Primeiramente eu peço desculpas por tanto tempo sem escrever aqui. E juro que tenho explicações plausíveis para está tanto tempo ausente daqui.
Vou fazer dessa postagem uma mistura: vou contar tudo que me aconteceu durante esses mais de vinte dias sem escrever, como também vou contar o porquê desse tempo todo sem aparecer por aqui. Bem, vou começar por essa segunda parte.
Vida de intercambista não é nada fácil. Alguns podem pensar que eu vim passar seis meses de férias no Canadá, me divertindo a toda hora e de bem pro mundo a todo momento. Mas não é nada disso. Quem já fez intercâmbio sabe o que eu estou falando. O psicológico de intercambistas é algo bastante importante, nós estamos a todo momento oscilando o mesmo. Tem época que é tudo muito bom, tudo novidade, assim como tem época que tudo vira rotina, a saudade bate mais forte, a sensação de solidão é maior. Não é um jogo fácil.
Nos meus primeiros 40 dias aqui, eu tava vivendo realmente naquela fase de ser tudo incrível - E ainda é. Do final de Janeiro até o meio de Fevereiro, todos os amigos que eu fiz aqui já estavam indo embora, e isso pode nem parecer, mas bate um aperto no coração, medo de ficar sozinho, inveja - Branca - pelo fato deles irem ver a família. Enfim, juntaram diversas coisas que me fizeram ficar numa fase bastante anti social. Passei mais de vinte dias fazendo o trajeto casa, escola, escola, casa todo dia. Não tinha a mínima vontade de sair pra canto nenhum.
Juntando todos esses fatos, eu também ficava meio sem ideias do que escrever aqui - E até sem vontade, confesso - então eu passei esse tempo todo sem nem abrir o blog. Meus pais e meus amigos sempre me cobravam postagens, e eu sempre dizia essa resposta: não to numa fase boa, não tenho vontade de escrever. E eu até acho que é melhor fazer isso do que ficar escrevendo besteira aqui só pra encher linguiça.
Bom, foi esse o motivo que me fez ficar tanto tempo ausente daqui. Alguns podem julgar de besteira, de mente fraca, de frescura de intercambista. Mas não é. Nem tudo são mil maravilhas como alguns pensam. Ah, eu prometo não passar mais tanto tempo sem voltar aqui.
Mudando completamente de assunto e começando a contar por onde andei durante esses dias: minha sessão de aulas de Fevereiro acabou semana passada. Consegui passar de nível e já escolhi as aulas que quero fazer na sessão de Março. Na última Sexta-feira, fomos fazer uma aula diferente já que era o último dia de aula da sessão de Fevereiro. Fomos conhecer uma parte de Vancouver que eu nunca tinha ido, com certeza é um dos lugares mais bonitos que eu já vi na vida - Podem conferir na foto da postagem. Passamos a manhã nessa praia, onde tem muitos pontos turísticos pra se conhecer com paisagens exuberantes.
Há duas semanas atrás, chegou um novo estudante pra morar aqui. Ele é Tailandês e tem 27 anos, vai ficar aqui durante um ano. Muito gente boa, só não entende muito bem inglês, aí dificulda nossa comunicação...Mas é tranquilo. Vamos todo dia juntos pra escola, ele não fala muito, logo, não temos muita amizade fina.
Ontem, foi embora o meu último amigo que tava aqui desde que eu cheguei. Tenho saudade de todos, mas graças a Deus já conheci gente nova - E de Recife! - que só vão voltar na mesma época que eu. Isso com certeza me deu uma animada.
Aproveito o ensejo desse tópico pra dizer a todos meus amigos e familiares que eu posso nem demonstrar, mas eu sinto uma falta absurda de todos. Só quando se está longe é que dar pra ter uma noção do quanto você gosta das pessoas. Bem, é isso, prometo voltar aqui em breve!
Ps.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Go Canucks Go!
Assim como todo brasileiro é louco por futebol, canadense é louco por hockey. É uma paixão fora do normal que eles expresam de todas as formas, seja indo ao estádio, vestindo a camisa, comentando sobre jogos ou até colocando no letreiro dos ônibus.
O grande Canadá, tem em média 7 famosos times de hockey. Aqui em Vancouver, o time que é a paixão da população é o Canucks. Nesses pouco mais de quarenta dias que estou aqui, já vi inúmeras vezes várias formas de amor pelo time e pelo esporte.
Religiosamente todos os dias eu passo em frente ao estádio do Canucks, é lá onde acontecem os principais jogos de hockey de Vancouver. O estádio é bastante bonito e organizado, tudo nas cores da equipe, verde e azul, e aparentemente é um lugar muito agradável de assistir partidas de hockey. Ainda não fui em nenhum jogo do Canucks pelo fato do ingresso ser bem salgado, como diz o ditado. Geralmente os mesmos custam entre 70 e 80 dólares, e mesmo assim, os vancouvenhos - Sim, é essa a naturalidade de quem nasce em Vancouver - lotam o estádio para ver o time do coração jogar.
Aqui existe também outra equipe muito conhecida que é o Giants, esse é o time dos juniores, no caso, os garotos que ainda não são profissionais, mas que tem de tudo para ingressar no Canucks em poucos anos. No jogo do Giants eu já fui, o ingresso é bem mais em conta - 20 ou 25 dólares - mas paixão é a mesma. Fiquei impressionado quando fui, porque fiz uma ponte entre os times juniores de Recife e esse time de juniores daqui. Não me impressionei com qualidade, pois acho que os juniores do futebol recifense são tão bons quanto os juniores do hockey vancouvenho. O que mais me chamou atenção foi o fanatismo que a população daqui também tem pelo time junior. Eles lotam as arquibancadas, gritam, torcem, xigam e se emocionam por um time quem nem profissional é.
Como disse no início da postagem, eles estampam esse amor em todos os lugares, e um lugar que me chamou muito atenção foi no letreiro dos ônibus. Em dia de jogo de qualquer um desses times, eles colocam no letreiro eletrônico do ônibus 'Go Canucks Go' ou então 'Go Giants Go', e assim passa o dia todo, alternando entre o nome do ônibus e a frase de apoio ao time.
Saindo um pouco do assunto de time de hockey, vou aproveitar o ensejo para falar de atividade física e esportes de um modo geral em Vancouver. Aqui existem muitos grandes e bonitos parques que teoricamente seriam um atrativo para a prática de uma corrida ou caminhada - Se não fosse o frio para atrapalhar. Mas quem disse que atrapalha? É a coisa mais comum do mundo ver os Vancouvenhos fazendo corridas em dias ensolarados nas calçadas das ruas próximas de casa ou então nesses parques. É só colocar um agasalho e pronto! Ficar parado é que não pode. Já vi inclusive em um dia de chuva alguns homens fazendo caminhadas com um guarda-chuva - Bem, aí eu já não sei se posso julgar de "pessoas normais" pois chuva e frio só fazem comibação com cama!
O inverno canadense é nos primeiros meses do ano, ou seja, de Janeiro até Março, nesse período a prática de esportes é bastante escassa, pois com chuva quase todos os dias e muito frio, fica complicado seguir praticando algum tipo de esporte. Então, nesses três meses, a população se concentra 100% em jogos de hockey, algumas vezes jogam futebol ou handall em quadras fechadas e quando o dia tá bonito, se atrevem a fazer as tais caminhadas. Mas quando o verão chega, facilita a vida de todo mundo em relação a esse assunto. A prática de atividades físicas e jogos esportivos são bem mais intensas nas quadras e parques públicos
Fazendo uma conclusão bem geral, eu acredito que as pessoas aqui em Vancouver gostam de esportes e de praticar os mesmos. Afinal, já que comem mal, isso deveria ser pelo menos uma obrigação para todos.
Ps.
O grande Canadá, tem em média 7 famosos times de hockey. Aqui em Vancouver, o time que é a paixão da população é o Canucks. Nesses pouco mais de quarenta dias que estou aqui, já vi inúmeras vezes várias formas de amor pelo time e pelo esporte.
Religiosamente todos os dias eu passo em frente ao estádio do Canucks, é lá onde acontecem os principais jogos de hockey de Vancouver. O estádio é bastante bonito e organizado, tudo nas cores da equipe, verde e azul, e aparentemente é um lugar muito agradável de assistir partidas de hockey. Ainda não fui em nenhum jogo do Canucks pelo fato do ingresso ser bem salgado, como diz o ditado. Geralmente os mesmos custam entre 70 e 80 dólares, e mesmo assim, os vancouvenhos - Sim, é essa a naturalidade de quem nasce em Vancouver - lotam o estádio para ver o time do coração jogar.
Aqui existe também outra equipe muito conhecida que é o Giants, esse é o time dos juniores, no caso, os garotos que ainda não são profissionais, mas que tem de tudo para ingressar no Canucks em poucos anos. No jogo do Giants eu já fui, o ingresso é bem mais em conta - 20 ou 25 dólares - mas paixão é a mesma. Fiquei impressionado quando fui, porque fiz uma ponte entre os times juniores de Recife e esse time de juniores daqui. Não me impressionei com qualidade, pois acho que os juniores do futebol recifense são tão bons quanto os juniores do hockey vancouvenho. O que mais me chamou atenção foi o fanatismo que a população daqui também tem pelo time junior. Eles lotam as arquibancadas, gritam, torcem, xigam e se emocionam por um time quem nem profissional é.
Como disse no início da postagem, eles estampam esse amor em todos os lugares, e um lugar que me chamou muito atenção foi no letreiro dos ônibus. Em dia de jogo de qualquer um desses times, eles colocam no letreiro eletrônico do ônibus 'Go Canucks Go' ou então 'Go Giants Go', e assim passa o dia todo, alternando entre o nome do ônibus e a frase de apoio ao time.
Saindo um pouco do assunto de time de hockey, vou aproveitar o ensejo para falar de atividade física e esportes de um modo geral em Vancouver. Aqui existem muitos grandes e bonitos parques que teoricamente seriam um atrativo para a prática de uma corrida ou caminhada - Se não fosse o frio para atrapalhar. Mas quem disse que atrapalha? É a coisa mais comum do mundo ver os Vancouvenhos fazendo corridas em dias ensolarados nas calçadas das ruas próximas de casa ou então nesses parques. É só colocar um agasalho e pronto! Ficar parado é que não pode. Já vi inclusive em um dia de chuva alguns homens fazendo caminhadas com um guarda-chuva - Bem, aí eu já não sei se posso julgar de "pessoas normais" pois chuva e frio só fazem comibação com cama!
O inverno canadense é nos primeiros meses do ano, ou seja, de Janeiro até Março, nesse período a prática de esportes é bastante escassa, pois com chuva quase todos os dias e muito frio, fica complicado seguir praticando algum tipo de esporte. Então, nesses três meses, a população se concentra 100% em jogos de hockey, algumas vezes jogam futebol ou handall em quadras fechadas e quando o dia tá bonito, se atrevem a fazer as tais caminhadas. Mas quando o verão chega, facilita a vida de todo mundo em relação a esse assunto. A prática de atividades físicas e jogos esportivos são bem mais intensas nas quadras e parques públicos
Fazendo uma conclusão bem geral, eu acredito que as pessoas aqui em Vancouver gostam de esportes e de praticar os mesmos. Afinal, já que comem mal, isso deveria ser pelo menos uma obrigação para todos.
Ps.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Feliz ano novo, China!
Primeiro de tudo, uma correção: na postagem anterior eu me equivoquei quando escrevi 'casa' ao invés de 'cada' no título. Me desculpem.
Começando a falar do que interessa, o assunto de hoje é o ano novo chinês. Na grande Vancouver existe uma parte - Teoricamente poderiamos chamar de 'bairro' - que é a parete chinesa da cidade. Com o nome de Chinatown, lá é a verdadeira China no Canadá. Pessoas, comercios, ruas, tudo é a lá China. Há uma semana atrás, tinha ido lá só para conhecer o lugar e o famoso Jardim Chinês, que todos os canadenses consideram um pecado vir aqui e não conhecer esse tal jardim - Eu particularmente não vi nada demais no mesmo.
Na última Sexta-feira, uns amigos coreanos nos contaram que no Domingo(06/02) iria ter uma grande festa no Chinatown em comemoração ao ano novo chinês, festa que ninguém poderia perder. Nos programamos e no Domingo estávamos lá, meia hora antes de começar o evento chegamos para assitir toda a apresentação. Nos encontramos em um determinado lugar e fomos todos juntos andando até o local dos desfiles, comemorações, fogos. Enfim, até o local da festa.
No meio do percurso, fui pedindo a um amigo coreano algumas explicações sobre essa festa. Ele me explicou que segundo o calendário Lunar, 2011 começa nessa semana de Fevereiro na China, então é muito comum essas festas para celebrar a chegada do novo ano. Adicionou alguns comentários a mais, dizendo que o povo chinês é um povo bastante feliz e muito festeiro, e que a chegada de um ano novo para eles, é motivo de bastante festa, música e dança.
Quando chegamos na festa, me senti em um filme. Exatamente aqueles filmes em que o cenário é algum lugar na China. Muitos orientais juntos, muitas cores nas roupas, e bastante música - Música de péssimo gosto por sinal, mas que fazia aquele povo se animar de uma forma impressionante - tratamos logo de achar um bom lugar para ver as apresentações, e no meio do caminho, uma amiga coreana viu uma barraquinha vendendo algum tipo de lanche que ela enlouqueceu e foi correndo comprar. Depois que comprou, ela nos ofereceu, comi por educação, porque o negócio era feio demais. Botei na boca. Mastiguei. Percebi que tinha o mesmo gosto de batata doce, porém o formato parecia uma castanha. Resumindo: Ruim era elogio perto daquilo.
Depois disso, conseguimos subir em um prédio e assistir todo o desfile em um verdadeiro camarote. Após alguns minutos, saimos para almoçar e nos despedimos da celebração do ano novo chinês.
É engraçado pensar "Porque eles fazem tudo isso aqui? Muita produção envolvida, muito dinheiro gasto, muito estresse mental e físico, se aqui nem é a China?" mas aí é que está o negócio da questão: se os chineses e amantes da cultura, cuidam desse 'bairro' por anos a fio, deixando-o cada vez mais com a cara da própria China, por que eles não podem ter esse prazer pelo menos uma vez no ano de se sentirem literalmente nos seus país de origem?
Ps.
Começando a falar do que interessa, o assunto de hoje é o ano novo chinês. Na grande Vancouver existe uma parte - Teoricamente poderiamos chamar de 'bairro' - que é a parete chinesa da cidade. Com o nome de Chinatown, lá é a verdadeira China no Canadá. Pessoas, comercios, ruas, tudo é a lá China. Há uma semana atrás, tinha ido lá só para conhecer o lugar e o famoso Jardim Chinês, que todos os canadenses consideram um pecado vir aqui e não conhecer esse tal jardim - Eu particularmente não vi nada demais no mesmo.
Na última Sexta-feira, uns amigos coreanos nos contaram que no Domingo(06/02) iria ter uma grande festa no Chinatown em comemoração ao ano novo chinês, festa que ninguém poderia perder. Nos programamos e no Domingo estávamos lá, meia hora antes de começar o evento chegamos para assitir toda a apresentação. Nos encontramos em um determinado lugar e fomos todos juntos andando até o local dos desfiles, comemorações, fogos. Enfim, até o local da festa.
No meio do percurso, fui pedindo a um amigo coreano algumas explicações sobre essa festa. Ele me explicou que segundo o calendário Lunar, 2011 começa nessa semana de Fevereiro na China, então é muito comum essas festas para celebrar a chegada do novo ano. Adicionou alguns comentários a mais, dizendo que o povo chinês é um povo bastante feliz e muito festeiro, e que a chegada de um ano novo para eles, é motivo de bastante festa, música e dança.
Quando chegamos na festa, me senti em um filme. Exatamente aqueles filmes em que o cenário é algum lugar na China. Muitos orientais juntos, muitas cores nas roupas, e bastante música - Música de péssimo gosto por sinal, mas que fazia aquele povo se animar de uma forma impressionante - tratamos logo de achar um bom lugar para ver as apresentações, e no meio do caminho, uma amiga coreana viu uma barraquinha vendendo algum tipo de lanche que ela enlouqueceu e foi correndo comprar. Depois que comprou, ela nos ofereceu, comi por educação, porque o negócio era feio demais. Botei na boca. Mastiguei. Percebi que tinha o mesmo gosto de batata doce, porém o formato parecia uma castanha. Resumindo: Ruim era elogio perto daquilo.
Depois disso, conseguimos subir em um prédio e assistir todo o desfile em um verdadeiro camarote. Após alguns minutos, saimos para almoçar e nos despedimos da celebração do ano novo chinês.
É engraçado pensar "Porque eles fazem tudo isso aqui? Muita produção envolvida, muito dinheiro gasto, muito estresse mental e físico, se aqui nem é a China?" mas aí é que está o negócio da questão: se os chineses e amantes da cultura, cuidam desse 'bairro' por anos a fio, deixando-o cada vez mais com a cara da própria China, por que eles não podem ter esse prazer pelo menos uma vez no ano de se sentirem literalmente nos seus país de origem?
Ps.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Coisas novas em casa virada de mês.
Desde que cheguei aqui, eu já sabia que em todo final de mês, eu poderia mudar o curso da manhã ou da tarde. No caso, chegaria ao fim de uma sessão, como eles chamam.
No mês de Janeiro, escolhi fazer Gramática pela manhã e Vocabulário pela tarde. Gostei demais da primeira aula, pois o professor era bastante gente boa e o assunto era bem interessante (essa foto é da sala de Gramática), mas a segunda aula era terrivelmente chata. A professora era completamente louca. Mas eu me divertia muito, pois tinham nove brasileiros na sala e toda vez que ela começava a falar, algum soltava uma piadinha do tipo 'Ah, cala a boa' e ela ficava achando que era alguém tentando participar da aula.
Chegando no fim de Janeiro, nós já fomos informados que já era hora de trocar os cursos. Optei por Inglês Criativo pela manhã e Leitura pela tarde. Tô considerando esse mês de Fevereiro bem mais produtivo, pois em ambas as salas, só tem eu e mais dois brasileiros e as aulas são bastante legais e dinâmicas. Além da possibilidade de poder conversar mais com pessoas de outras nacionalidades, como árabes, coreanos, fraceses, japoneses, mexicanos, venezuelanos, entre outros.
O divertido de tudo isso é ficar por dentro de todo o mundo deles. Por exemplo, estou pegando aversão a árabe. Os mesmos parecem que nunca tomaram um banho desde que chegaram aqui, fedem e fedem muito. Mas as mulheres árabes parecem ser mais limpinhas e simpáticas; ontem tava conversnado com uma delas, e perguntei o porquê delas usarem o pano na cabeça, a resposta foi muito simples: "É por causa da nossa religião, e não é algo obrigado. Você usa se quiser."
Falando em estrangeiros, sou obrigado a comentar sobre a simpatia dos coreanos. Acho que eles são brasileiros de olhos puxados, pois são bem receptivos e animados, além de ter um humor fora do normal. Adoram aprender palavras feias em português, assim como, também adoram nos ensinar outras palavras feias em coreano. Aprendi uma que nunca mais esqueço: Tchutchu Pampam, a escrita deve estar completamente errada, os coreanos que me desculpem. E quanto ao significado, vou deixar vocês na curiosidade! Haha.
Como tudo tem um porém, o chato dessas mudanças de mês, é porque geralmente sempre no final de algum mês, tem um grupo de pessoas voltando para casa. Agora no final de Janeiro/começo de Fevereiro, alguns amigos que eu fiz aqui, já voltaram - Japa, Felipe, Natália, saudade de vocês! - e eu pensava que o problema maior seria a dificuldade de me encontrar com algum amigo de São Paulo, mas percebi que é bem mais triste se despedir de um coreano...Ai sim, bate a tristeza de saber que para haver outro encontro, será bastante difícil.
Mas como existe sempre a simpatia brasileira junto com a coreana, tiramos disso motivo para fazer brincadeiras do tipo "Quando a gente se ver de novo, não esquece de levar os netos!" E os convites de ir para a Corea ou deles virem para o Brasil são milhares.
Isso é bom pra mim, me faz suprir mais a falta que sinto de todos meus amigos daí de Recife, além de poder tá sempre mostrando a simpatia brasileira para estrangeiros. Bem, acho que farei uma próxima viagem internacional para a Corea, haha!
Ps.
No mês de Janeiro, escolhi fazer Gramática pela manhã e Vocabulário pela tarde. Gostei demais da primeira aula, pois o professor era bastante gente boa e o assunto era bem interessante (essa foto é da sala de Gramática), mas a segunda aula era terrivelmente chata. A professora era completamente louca. Mas eu me divertia muito, pois tinham nove brasileiros na sala e toda vez que ela começava a falar, algum soltava uma piadinha do tipo 'Ah, cala a boa' e ela ficava achando que era alguém tentando participar da aula.
Chegando no fim de Janeiro, nós já fomos informados que já era hora de trocar os cursos. Optei por Inglês Criativo pela manhã e Leitura pela tarde. Tô considerando esse mês de Fevereiro bem mais produtivo, pois em ambas as salas, só tem eu e mais dois brasileiros e as aulas são bastante legais e dinâmicas. Além da possibilidade de poder conversar mais com pessoas de outras nacionalidades, como árabes, coreanos, fraceses, japoneses, mexicanos, venezuelanos, entre outros.
O divertido de tudo isso é ficar por dentro de todo o mundo deles. Por exemplo, estou pegando aversão a árabe. Os mesmos parecem que nunca tomaram um banho desde que chegaram aqui, fedem e fedem muito. Mas as mulheres árabes parecem ser mais limpinhas e simpáticas; ontem tava conversnado com uma delas, e perguntei o porquê delas usarem o pano na cabeça, a resposta foi muito simples: "É por causa da nossa religião, e não é algo obrigado. Você usa se quiser."
Falando em estrangeiros, sou obrigado a comentar sobre a simpatia dos coreanos. Acho que eles são brasileiros de olhos puxados, pois são bem receptivos e animados, além de ter um humor fora do normal. Adoram aprender palavras feias em português, assim como, também adoram nos ensinar outras palavras feias em coreano. Aprendi uma que nunca mais esqueço: Tchutchu Pampam, a escrita deve estar completamente errada, os coreanos que me desculpem. E quanto ao significado, vou deixar vocês na curiosidade! Haha.
Como tudo tem um porém, o chato dessas mudanças de mês, é porque geralmente sempre no final de algum mês, tem um grupo de pessoas voltando para casa. Agora no final de Janeiro/começo de Fevereiro, alguns amigos que eu fiz aqui, já voltaram - Japa, Felipe, Natália, saudade de vocês! - e eu pensava que o problema maior seria a dificuldade de me encontrar com algum amigo de São Paulo, mas percebi que é bem mais triste se despedir de um coreano...Ai sim, bate a tristeza de saber que para haver outro encontro, será bastante difícil.
Mas como existe sempre a simpatia brasileira junto com a coreana, tiramos disso motivo para fazer brincadeiras do tipo "Quando a gente se ver de novo, não esquece de levar os netos!" E os convites de ir para a Corea ou deles virem para o Brasil são milhares.
Isso é bom pra mim, me faz suprir mais a falta que sinto de todos meus amigos daí de Recife, além de poder tá sempre mostrando a simpatia brasileira para estrangeiros. Bem, acho que farei uma próxima viagem internacional para a Corea, haha!
Ps.
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